04 jan 2010 @ 12:51 AM 

Pra variar, não poderia deixar passar batido alguns acontecimentos que houveram na prova de hoje da Fuvest, muitos inclusive soltos na imprensa.

Inicialmente gostaria de citar que sou um azarado completo. Perdi minha foto e esqueci de imprimir  comprovante de inscrição – e descobri isso 11:30 da manhã. Consegui por meio de plano de contingencia bater a foto no Extra,  almoçar, arrumar uma impressora emprestada (Muito grato sou ao meu amor – atualmente platônico – que até nisso salvou minha vida) e chegar com 10 minutos de antecedência. Para quem diz que a USP em minas não tem muito movimento, digo que o mesmo ocorreu com a prova da UFMG, que teve a BHTranstorno pra zoar o transito local, e mesmo assim cheguei no horário. Vejam as 3 fotos a seguir:

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Mãe se desespera com o atraso do filho

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Image Hosted by ImageShack.us Mãe se desespera com o atraso do filho. O jovem não conseguiu ingressar no prédio da Faculdade de Educação da USP, um dos locais em que é aplicada a prova de português da segunda fase da Fuvest 2010.

É incrível como as pessoas podem ser irresponsáveis. Não pelo atraso em si – que já acho muito irresponsável mas se corretamente assumido ainda vai – mas notem a expressão do sujeito.  Alguém pode me dizer quem realmente chegou atrasado ponderando as reações? Parem de cobrar dos moleques algo que eles não querem ou não podem dar. Imagina um sujeito com esse interesse tirando nota maior que a minha pra entrar no curso e depois jogar fora.

Nem preciso ponderar o que escrevi no post passado né?

Fora isto, por muita sorte do destino, a USP aqui não é muito concorrida e a BHTranstorno sequer chegou perto. Tenho a impressão que mal os militares que tem batalhão próximo sabiam da prova. Isso foi excelente, tinha lugar de sobra pra estacionar. Notei pouquíssimas salas, e na minha em específico arrisco sim dizer que mais da metade faltou a prova. Achei bizarro mandarem retirar os relógios (Pra não dizer atrapalhador).

Quanto a prova, a mesma foi fantástica. Ouso dizer que este vestibular foi a melhor experiência que tive com provas, e me fez morder a língua e passar a acreditar que sim – podem haver provas deliciosas de se fazer. Como era de se esperar, não fui muito bem em Literatura (Mas também, pra quem fez esse vestibular de supetão e acabou indo pra segunda etapa, acho que tá ótimo) e a redação foi bem complexa (Só caguei no pau porque fiz uma narrativa, e não uma dissertação, espero que não me mandem para a barca do diabo).

Vamos ver se amanhã continua o festival de atrocidades e malucos se matando pra entrar fora da hora. Enquanto isso, eu comemoro os 7% que faltaram como 7% a menos de malucos pra enfrentar (Faltem bastante viu :p).

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 03 jan 2010 @ 11:20 PM 

Feliz e contente brincando de ver as notícias sobre o Vestibular da Fuvest, vejam só o que eu encontro:

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Imaginem este rapaz fazendo esta questão

Como se nada estivesse ruim, ainda me dão uma facada no rim os professores do cursinho Objetivo (Por favor, resolvam a letra “a” desta questão e comparem a resolução).

O melhor comentário que posso tecer sobre este assunto é este:

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 24 dez 2009 @ 8:48 PM 

Depois da cozinha nova, chegou a vez da casa nova!

***NOTA***: Just for record: Última edição feita por Leonardo Amaral, em 1 de outubro de 2009 às 16:29

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 24 dez 2009 @ 8:47 PM 

Não precisa de muitos comentários: essa vida de Bipolar é um inferno, ainda mais quando a unica parte “boa” não aparece – Euforia. Diga-se de passagem que sexta-feira foi um dia particularmente negro nos meus ultimos 3 anos, e dessa vez nem foi culpa da migração de MTA que estava fazendo.

*** NOTA*** Just to record: Última edição feita por Leonardo Amaral, em 9 de maio de 2009 às 7:00 – Registro de datas :]

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 29 nov 2009 @ 8:35 AM 

MOTD:

Acabo de ter uma noite bem complicada e talvez concorra com as noites mais malucas ou mal dormidas do ano.  Mais uma vez me passa minha paixão pela cabeça e uma sensação de culpa da qual acho que vai ser mais difícil superar do que talvez todos os erros que cometi com ela.

Lembro me bem da primeira vez, foi quase um coice. Estava no carro com minha pequerrucha quando “blablabla … pai? “: estava dado o tiro de colt. Nunca me esquecerei que um dia ela me chamou de pai – e quando me perguntou se ela podia me chamar assim e que respondi que podia, que consegui ser tão presente na vida dela a ponto disso. Foi por muito pouco tempo, doce ilusão.

Minha vida meses após levou outro coice, mas desta vez pra ferir e muitos outros vieram depois, dia após dia que passo nessa relação de amor assíncrona. Hoje não tenho mais forças para ir contra, para reconquistar, para correr atras – por muito fragilizado que fiquei quando não cuidei de mim e nem delas. Hoje levei mais um duro golpe no coração: De pensar que talvez nunca mais a relação minha com aquela pequerrucha seja a mesma – de talvez nunca mais ser chamado de pai novamente.

Não vejo solução pra isso. Eu não preciso das pessoas simplesmente por precisar delas. Eu sinto falta de amar e ser amado, e elas me conquistaram de um jeito tão especial que as outras pessoas perderam a capacidade de me dar esta felicidade que só pode vir de quem te ama.

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 05 jun 2009 @ 12:37 AM 

Hoje to todo empolgado com meu fogão novo. Depois de umas compras no mercado usando o cartão corporativo cartão de credito cartão alimentação da minha mãe (Fim de dinheiro no começo do mes é assim mesmo :p) …

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Last Edit: 05 jun 2009 @ 12 55 AM

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 04 jun 2009 @ 4:12 PM 

Para quem não sabe eu sempre gostei de comida (e de cozinha – apesar da preguiça) e mesmo com a maldita falta de espaço no cafofo do osama, eu consegui comecar a minha cozinha!!! Sim! More »

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Last Edit: 04 jun 2009 @ 04 21 PM

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Minha vida virou de ponta-cabeça fazem mais ou menos 7 anos, desde que comecei a sentir os efeitos da falta de atenção e de concentração, numa história quase carimbada (Fast: 2001:CTI, 2002-2007:Segundo Grau – Supletivo, 2006-2008:Amor da minha vida, 2008-: ?) com muitas perdas.

Eu já sabia que tinha isso fazem mais ou menos 2 anos, mas nenhum tratamento foi o que eu esperava. Depois que o amor da minha vida decidiu que não me quer mais (E se tudo der certo vou reconquistar o amor dela – E mostrar que não sou diferente de quem ela achou que conheceu) eu descobri um lado negro do TDAH: Depressão. É a fase onde voce está tão machucado que você simplesmente acha que não tem solução, onde do nada você lembra do seu passado (Ou o que dá pra lembrar) e pensa “Puta merda… Perdi tudo que sonho e que importo”, pensa na dor maior de perder a compania e o amor de quem você mais ama no mundo – Que chega ao ponto de doer fisicamente mesmo.

Primeiro gostaria de escrever direcionado aos meus atuais familiares:

Minha vida inteira fui taxado de irresponsável, inconsequente, avoado, distraido, teimoso e outros tantos sinonimos particulares. Minha mãe não tem e nem teve conhecimento para entender o que é isso (Ela acha que dá pra mudar pensando positivo – Dá, mas não sem o fisiologico resolvido), e também não posso culpa-la porque não sei como foi minha infancia, e já entrei na consciencia adolescente com a mentalidade do hiperativo). Meu pai, meus tios, avós paternos e cia LTDA também não parecem enxergar com clareza o que é isso (Particularmente meus tios “mais novos”). O TDAH não implica em retardo, isso é claro, mas sim – e mais no meu caso – em impulsividade. Primeiro eu faço, depois eu penso. Não da pra mudar isso sem terapia tanto alopática quando psicologica. Eu espero que eles não aceitem minha situação, mas sim entendam o que está havendo, e me ajudem a mudar isso. (Preciso agradescer particularmente ao meu tio Lauro pelos incendios apagados e pela compania, que por mais que não pareça, fez a diferença em dias conturbados).

Segundo gostaria de escrever aos meus amigos:

Todos sempre me apoiando, claro – nunca dei azar com amizades. Este é o momento de falar o que está acontecendo, e o que vou fazer. Keep reading!

Agora para o amor da minha vida:

Garanto que esta é a parte mais dificil deste email depois da que vem a seguir.

Me recordo bem quando nos “conhecemos”: aos 27 dias de agosto de 2006. Que presente maravilhoso que eu ganhei de aniversário, algo que ninguem podia me dar exceto ela: Vida! Finalmente algo na minha vida que me fazia me sentir vivo e feliz. Me recordo quando voltamos de sete lagoas no dia seguinte, que pedi que ela me deixasse na rua Rio Pomba, no padeco, para pegar meu ônibus de volta pra casa. Lembro-me que ela me deixou num ponto, e que logo que ela sumiu na outra rua, sai correndo de alegria e peguei o onibus no outro quarteirão. Nunca até aquele momento o refrão de Alive fez tanto sentido na minha vida.

Algum tempo depois fui morar com ela, e foi ótimo. Me sentia bem, motivado, feliz. Mas a vida é uma caixinha de surpresas e as coisas devagarinho começaram a ruir, com ponto de partida na escola – que tinha me reprovado. Sem ver (Sempre por impulso, tanto que não fui capaz de enxergar isso tudo a tempo) eu fui me tornando outro, depressivo, desanimado, dependente.

Eu não tinha motivos para ter uma vida infeliz, porque então que eu mudei tanto? Pelo que acabei de descobrir. O impulso foi tão forte que me esqueci no cotidiano o quanto eu amo aquela mulher, quanto amo minha baixinha (Ei Tarsila!!), e nisso sem querer comecei a ser meus impulsos: Rispido, grosso, nervoso, impaciente, insensivel. Este não sou eu. Este é meu impulso; uma parte da minha mente que age pelo aleatório, e na melhor das hipóteses pelos genes também).

Precisou explodir tudo, perder o amor dela para que eu visse que tinha algo errado. Mas só agora, depois do não definitivo, que me deu uma punhalada no coração que não sei se tem remédio é que eu fui realizar de tudo que eu perdi ao longo dos anos. Eu sei que ela mudou muito (E que bom! Por mais que tenha mudado o que ela sente por mim – ou não – ela se achou também), e que ninguém tem que viver no meio da dor, ainda mais quando não é a própria. Eu amo muito essa mulher, sofro muito a falta dela (E o que seria de mim sem os amigos? Sozinho eu tinha ido pro espaço) mas não posso esperar nada dela depois do que a Impulsão fez.

E não sei se posso pedir que ela ame denovo aquele rapaz que renasceu aos 27 dias de agosto de 2006 assim como eu também não posso simplesmente esquece-la (Também conhecido como não dá pra passar por cima dos sentimentos. Só posso esperar que eu tome o controle de mim, e que ela entenda o que está acontecendo – sem preconceito que as pessoas fazem tipo os que disse da minha familia e ciente de que isso é uma coisa que EU não sou – e que ela não tenha deixado de amar aquele garoto inteligente, esperto, independente, simpático, “geek” e muitas outras coisas boas que vive em algum lugar dentro de mim (E uma observação em parenteses – espero que esse garoto a conquiste antes de outro. Porque? Porque ele ama ela mais que tudo, exceto ele mesmo).

Agora falando sobre mim:

Está sendo bastante dificil entender o que está havendo. Eu descobri que tenho problemas com minha auto-imagem (Minto, aumento e as vezes invento coisas que possam defender eu mesmo – Principalmente em coisas cotidianas), e que vou continuar me enganando enquanto não descobrir de verdade o que eu sou e aceitar isso. Muitas vezes, como disse para a mulher da minha vida, eu entro em parafuso – Hoje principalmente pelas perdas que eu sofri como ela e meu sonho de estudar e virar pesquisador. Eu preciso aprender quem eu sou, e não mais a impulsividade que me acomete. Complicado? Demais. Tanto que fico sem saber o que dizer aqui.

Um progresso importante é que com o uso da Ritalina eu não precisei reler esse texto muitas vezes durante sua construção. Claro que escrever sobre meu passado demanda lembrar muita coisa, e eu não estou acostumado a pensar tão bem e tão rapido quanto agora. Mas a Ritalina não é a solução sozinha; é importante também controlar minhas depressões e também aprender a viver denovo.

Existem algumas coisas muito importantes para mim que eu perdi. Eu preciso mesmo correr atras delas – Elas são a razão de eu querer estar aqui. Claro que muitas não virão como eu sonhei (A pesquisa é um exemplo). Mas a primeira coisa que é importante saber é que o tempo está passando, e que tudo vai piorar se eu não fizer nada, então o importante é fazer. Eu peço todos os dias pra mim mesmo que eu consiga fazer isso, tenho um belo plano de fundo cheio de post-its verdinhos que me dizem o que tenho que fazer (Acabo de me recordar de um filme que diz bem o que eu sinto disso: http://www.adorocinema.com.br/filmes/como-se-fosse-a-primeira-vez/como-se-fosse-a-primeira-vez.asp).

Bom, não consigo mais escrever porque as coisas pararam de fluir (O que é normal quando você fala de coisas que não sabe). Mas eu espero deixar claro que neste momento tudo que eu NÃO preciso é intolerancia, desprezo e preconceito. Está muito dificil fazer isso sozinho, já que não posso contar com ninguém do meu lado (Claro que meus amigos me ajudam muito, mas… Ah, vocês entenderam). E em breve eu vou escrever sobre isso denovo, denovo e denovo, sempre refletindo e também para que meus amigos, meu amor, e minha familia saibam que rumo as coisas vão tomar de agora para frente.

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 20 abr 2009 @ 12:39 AM 

Oh hell, um blog publico e eu escrevendo bebado… :p

Este final de semana a mulher que mais amo na vida foi internada, e eu fiquei sabendo *primeiro* pela radio peao (Isso nao quer dizer nada depreciativo, pelo contrario). Mais que isso, fiquei preocupado porque ela não respondia minhas mensagens… Mas a radio peão me informava outra coisa, e veio a paranoia….

Indiferente do que houve, eu fiquei preocupado com ela. Mandei inúmeras mensagens mas não tinha respondido, e a paranoia tomando conta, e eu me sentindo mal… De novo, enchi a cara, mais que nos outros dias. Pra esquecer, pra não lembrar que não posso ajudar, não posso estar do lado, que amo demais, e que, denovo, as influencias tomam mais conta do que o que eu sou.

Este post parece desconexo, mas não é. Mesmo bebado, sei porque estou assim, e cheguei num ponto que meu corpo diz “Pare”, mas não esqueco a Ana, que ela está mal, que ela não quer me ver, que não posso estar do lado, que não posso ajudar, como fiz noutras vezes, e que é a unica coisa que tenho certeza que sei bem fazer.

Ceus, não sei mais o que fazer. Enquanto todos me mandam esquecer a Ana, eu não consigo faze-lo. Amo-a demais, fico mal *MESMO* quando tudo isso acontece, a ponto de me desvalorizar, de achar que nao valho nada. Espero estar errado, mas espero ama-la ainda mais, sempre, como amo hoje, e espero que possa ser algo que ela se orgulhe, algo que não fui, não estou sendo, mas quero ser….

Ps.: Post de bebado, se vc não entendeu, não sabe o que é.

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Last Edit: 20 abr 2009 @ 12 39 AM

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 13 abr 2009 @ 8:26 AM 
 

A Cama

 

Acordei hoje de manhã me lembrando de uma parte estranha do meu passado. Sai de casa com 17, num dia, de uma vez só, a pé, brigado, quase como nos filmes. Mais pra traz havia começado algo que não tinha volta: Ví o mundo. Comecei quando, por uma chance do colégio que estudei, fiz um estagio na CEMIG. Antes disso, eu praticamente não via o mundo. Ia da escola pra casa e de casa pra escola, me matava com o Mandrake e com o Slackware, não conversava com ninguém na escola, exceto as bibliotecárias (A qual uma cheguei a fazer boa amizade quando na 7ma série), não ia a festinhas (Me recordo que uma vez fui convidado, cheguei a ir) e enfim, meu contato com o mundo era esse, e quando tinha uns trocados que minha avó me dava, eu tomava café no meio do caminho (Sempre gostei de andar com café na mão) e sabotava minha dieta. A CEMIG foi caminho sem volta. Passei a ver as pessoas (Eu já sabia o quanto elas podiam ser ruins, só não sabia que podiam ser boas também), e eu me tornei parte de uma bela familia.

Me recordei esta manhã que quando saí de casa, fui morar na casa dos meus avós (Ainda era imaturo pra saber pra onde ir, mas sabia que tinha que ir). Tinha um quartinho improvisado, com uma cama de mola (Nheeec nheeec nheeeeeec) minhas coisas ficavam em cima do sofá e eu ficava no quarto do meu tio quando ele viajava (Me lembro que eu fazia uma força danada pra não mexer em nada. Costumava dar certo). Por vezes eu me sentia só, e imaginava uma jovem deitada do meu lado vendo TV (Sempre gostei de ficar deitado vendo TV, o que não me faz gostar mais de TV, mas só pra ver filmes e jornal). Que coisa…

Não tinha a minima idéia do que era um relacionamento, afinal nunca tinha tido um (E justo no primeiro, fui me apaixonar). Mas sabia que não dava pra ser sozinho no mundo, e tentar encher de porrada quem chegasse perto. Tenho um longo caminho pra trilhar pra me entender, dificil? Talvez. Mas eu já sabia porque é bom ter alguém do lado.

P.s: Tempos difíceis também onde fazia discadão com 33.600 e so conseguia entrar no IRC e ainda tinha q fugir do meu avô pra ele não desconfiar do telefone :]
P.s2: Como é engraçado, acordei com isso na cabeça hoje, escrevi de uma forma tão fluida que até estou assustando.. Como isso acontece sendo que na maior parte do tempo eu não escrevo 2 linhas sem mandar em algum ponto o contexto pra PQP porque perco o “fio da meada”?

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Last Edit: 13 abr 2009 @ 08 42 AM

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