Hoje fui atentado por uma terrivel depressão que, aliada a mais uma tensa tentativa de manter as coisas sobre o controle, resolveu acabar com o meu dia. Desisti (ao menos hoje) de estudar para o vestibular da UFMG (mas vou comprar aqueles resumões que vendem nas livrarias) as last resort. Curioso foi quando comentei alguns acontecimentos com amigos na Freenode que, mesmo dizendo coisas básicas que eu já sabia, descobri que o problema não é só meu também mas que a solução é só minha. Na verdade eu já sabia disso, mas não tinha idéia de até onde ia a minha culpa.
Decidi, desde semana passada, que ao menos na minha vida profissional eu boto ordem até acabar o ano, e que talvez no ano que vem, eu retome o projeto comercial que eu tinha. Decidi também que, custe o que custar (CQC! :p), irei cumprir o calendário de certificações, e vou honrar as faculdades (Não acredito que passe na UFMG, mas a esperança é a última que morre).
Dos meus buracos negros, tratar-los-ei, porém não sei até onde isso dará. Sei que num primeiro momento, preciso refinar meu trato com as pessoas e com as situações – como eu ainda não sei. Mais do que isso, numa época que não faço a minima idéia de quem eu sou, é complicado definir; as coisas virão com o tempo e muita pancadaria.
Tenho certo receio em citar o que se passa na minha cabeça sobre a Ana (afinal não sei se ela lê esse treco :p), talvez devido ao fato de que as coisas que eu sinto são atropeladas quando eu exponho, e fica a sensação de culpa minha (Que eu to enjoado de saber que não é – não tudo) e ainda não achei um meio termo para o trato disso e por enquanto a ordem é não falar. Isso realmente me doi muito, pois no fundo eu sinto que não a tenho – ela que me tem. E isso não faz muito bem (ainda mais quando parece que ela sabe disso). Quiçá um dia eu supere isso.
Em um certo aspécto foi bom minha vida ter dado este revés. DORRRR DORRR DORRR, mas as vezes é necessário um choque de gestão para as coisas se ajustarem. O único ruim é que fica doendo até ter resultados. Mas com o tempo isso também melhora (Ou não?).
E para os que acharem estranho este texto, lembrem-se que aqui é a valvula de escape das minhas parafernalhas, medos, anseios, felicidades, desgostos, amores, e tudo mais que couber na minha vida pessoal. E que meu texto refletirá como estou.

Para os xiitas de plantão eu sei que a letra da música não é assim. É uma boa forma de começar um texto que fala sobre como é bom sair do inférno. Trabalhei no local das fotos como apoio (Aqueles sujeitos que ficam em pé ajudando os sujeitos que estão sentados) durante 12 dias. Já estava no limite da paciência, quando me mandaram voltar pra central de atendimento porque estava nervoso (!). HELLCOME TO CAC AGAIN (Agora posso voltar com minha xícara para o lugar :])

Achei esse texto num blog e achei interessante postar aqui e comentar que o ideal é a gente conseguir refletir sobre isso tudo o mais rápido possivel.
- Aprendi que peixinhos dourados não gostam de gelatina. (5 anos)
- Aprendi que meu pai pode dizer um monte de palavras que eu não posso. (8 anos)
- Aprendi que minha professora sempre me chama quando eu não sei a resposta. (9 anos)
- Aprendi que se pode estar apaixonado por 4 garotas ao mesmo tempo. (9 anos)
- Aprendi que os meus melhores amigos são os que sempre me metem em confusão. (11 anos)
- Aprendi que se tenho problemas na escola, tenho mais ainda em casa. (11 anos)
- Aprendi que quando meu quarto fica do jeito que quero, minha mãe manda eu arrumá-lo. (13 anos)
- Aprendi que não se deve descarregar suas frustrações no seu irmão menor, porque seu pai tem frustrações maiores e mão mais pesada. (15 anos)
- Aprendi que os grandes problemas sempre começam pequenos. (20 anos)
- Aprendi que nunca devo elogiar a comida de minha mãe quando estou comendo alguma coisa que minha mulher preparou. (25 anos)
- Aprendi que se pode fazer num instante algo que vai lhe dar dor de cabeça a vida toda. (28 anos)
- Aprendi que para todo o lugar que vou, os piores motoristas me seguem. (29 anos)
- Aprendi que casais que não tem filhos, sabem melhor como você deve educar os seus. (29 anos)
- Aprendi que é mais fácil fazer amigo do que se livrar dele. (30 anos)
- Aprendi que mulheres gostam de ganhar flores, especialmente sem nenhum motivo. (33 anos)
- Aprendi que não cometo muitos erros com a boca fechada. (34 anos)
- Aprendi que existem duas coisas essenciais para um casamento feliz: contas bancárias e banheiros separados. (36 anos)
- Aprendi que se quiser ser convidado a festas, tenho que dá-las. (38 anos)
- Aprendi que toda a vez que estou viajando gostaria de estar em casa e toda vez que estou em casa gostaria de estar viajando. (38 anos)
- Aprendi que a época que preciso realmente de férias é justamente quando acabei de voltar delas. (38 anos)
- Aprendi que nunca se conhece bem os amigos até que se tire férias com eles. (41 anos)
- Aprendi que se você está levando uma vida sem fracassos, você não está correndo riscos o suficiente. (42 anos)
- Aprendi que casar por dinheiro é a maneira mais difícil de conseguí-lo. (42 anos)
- Aprendi que você pode fazer alguém ganhar o dia simplesmente mandando-lhe um pequeno cartão. (44 anos)
- Aprendi que a qualidade de serviço de um hotel é diretamente proporcional a espessura das toalhas. (46 anos)
- Aprendi que crianças e avós são aliados naturais. (47 anos)
- Aprendi que se você cuidar bem de seus empregados, eles cuidarão bem e seus clientes. (49 anos)
- Aprendi que quando chego atrasado ao trabalho, meu patrão chega cedo. (51 anos)
- Aprendi que o objeto mais importante de um escritório é a lata de lixo. (54 anos)
- Aprendi que é impossível tirar férias sem engordar cinco quilos. (55 anos)
- Aprendi que é legal curtir o sucesso, mas não se deve acreditar muito nele. (63 anos)
- Aprendi que não posso mudar o que passou, mas posso deixar pra lá. (63 anos)
- Aprendi que a maioria das coisas com que me preocupo, nunca acontecem. (64 anos)
- Aprendi que todas as pessoas que dizem que “dinheiro não é tudo” geralmente tem muito. (66 anos)
- Aprendi que se você espera se aposentar para começar a viver, esperou tempo demais. (67 anos)
- Aprendi que nunca você deve ir para cama sem resolver uma briga. (71 anos)
- Aprendi que quando as coisas vão mal, eu não tenho que ir com elas. (72 anos)
- Aprendi que envelhecer é importante se você é um queijo. (76 anos)
- Aprendi que te amei menos do que deveria. (91 anos)
- Aprendi que tenho muito a aprender. (92 anos)

Lendo a página de humor da UOL, ví um cartoon na página inicial que me chamou bastante atenção com a seguinte chamada “Se o sexo fosse uma luta, seria mais ou menos assim”. Me chamou bastante atenção e fui conferir:
Achei magnífica a concepção da idéia e continuei lendo outros cartoons, tão sutils quanto este, cheio de menságens nas entrelinhas (Ou não) tais como as duas próximas:
Recomendada a leitura! Basta clicar na imagem a seguir para ler o blog completo:
Esta foi uma daquelas semaninhas infelizes em que nada de mais aconteceu, exceto claro por mais nebulosas núvens nos céus (tanto os meus quanto os de minas). Tive bastante desgosto com a Ana essa semana devido a dois fatos isolados que não cabem aqui, e pra variar, x = y!, onde x é minha agonia e y parece ser a agornia da Ana. Pra não dizer que não falei das flores, teve vestibular pra Una este sábado. Fiz, achei até facil, mas não sei o que farei se passar. Não teve nada de excepcional mesmo esta semana, sequer um atendimentozinho, um servidor quebrado, hora extra ou expectativas. Resumindo, a gente espera a segunda-feira e passa o resto da outra semana estudando.

Achei interessante o que o theo escreveu AQUI e gostaria de comentar alguns pontos. Para começar, eu entendi o que ele quis dizer sobre os ecléticos para diferenciar os que ouvem qualquer coisa ou tem uma linha psicológica para seguir, mas não acho que foi tão bem colocado quando eu acho que deveria, pois de certa forma discrimina um certo sentido da palavra eclético:
DataçãoEntão, o cara que tem bom gosto segue o primeiro sentido do verbete (Explicado pelo Houaiss), e pelo menos eu me considero assim.
Segundo ponto interessante: *EU* gosto de Rock Progressivo (nem todos), gosto de MPB (Classicas), gosto de algumas musicas folk internacionais, gosto de Joan Baez, gosto de Virgin Steele, ou seja, há várias coisas que me fazem sentir bem ao ouvir, mas a variante do que eu gosto de ouvir também é influenciada pelo momento. O melhor exemplo e a tendencia de muita gente querer ouvir música de corno quando acaba de separar, ou musicas romanticas quando vai comer alguém. Você também vai escolher o que vai ouvir pela determinação do gosto, mas não necessáriamente tem que ser o mesmo para todas as ocasiões.
Terceiro ponto: BOM GOSTO para mim é quando o cara SABE o que gosta e quando esse gosto BATE com o que eu gosto também (O cara pode ser um funkeiro convicto, mas com certeza no meu conceito o gosto do meliante é duvidoso). Ou seja, bom gosto depende do que o cara é, do que o cara do outro lado é e da situação.
Acho que preliminarmente posso concluir que BOM GOSTO é quando o sujeito tem dominio das duas situações que citei no terceiro ponto acrescentado de uma solida formação cultural. Mas não quer dizer que, necessariamente eu tenha que gostar dele.


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