Achei interessante o que o theo escreveu AQUI e gostaria de comentar alguns pontos. Para começar, eu entendi o que ele quis dizer sobre os ecléticos para diferenciar os que ouvem qualquer coisa ou tem uma linha psicológica para seguir, mas não acho que foi tão bem colocado quando eu acho que deveria, pois de certa forma discrimina um certo sentido da palavra eclético:
DataçãoEntão, o cara que tem bom gosto segue o primeiro sentido do verbete (Explicado pelo Houaiss), e pelo menos eu me considero assim.
Segundo ponto interessante: *EU* gosto de Rock Progressivo (nem todos), gosto de MPB (Classicas), gosto de algumas musicas folk internacionais, gosto de Joan Baez, gosto de Virgin Steele, ou seja, há várias coisas que me fazem sentir bem ao ouvir, mas a variante do que eu gosto de ouvir também é influenciada pelo momento. O melhor exemplo e a tendencia de muita gente querer ouvir música de corno quando acaba de separar, ou musicas romanticas quando vai comer alguém. Você também vai escolher o que vai ouvir pela determinação do gosto, mas não necessáriamente tem que ser o mesmo para todas as ocasiões.
Terceiro ponto: BOM GOSTO para mim é quando o cara SABE o que gosta e quando esse gosto BATE com o que eu gosto também (O cara pode ser um funkeiro convicto, mas com certeza no meu conceito o gosto do meliante é duvidoso). Ou seja, bom gosto depende do que o cara é, do que o cara do outro lado é e da situação.
Acho que preliminarmente posso concluir que BOM GOSTO é quando o sujeito tem dominio das duas situações que citei no terceiro ponto acrescentado de uma solida formação cultural. Mas não quer dizer que, necessariamente eu tenha que gostar dele.

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