Nem preciso dizer que este blog nasceu pra ser meu psicologo indireto – a valvula da panela de pressão. E é sobre isso que eu quero falar.
Tem coisas que a gente não escolhe, tal como comer jiló quando pequeno. E definitivamente jiló não é meu problema agora, mas é tão amargo quanto: Amor.
Parece coisa de maluco (Nunca disse que era normal) eu não ter muita vontade de me relacionar com as pessoas, mas definitivamente uma faz parte da lista de excessão, e a maior maluquice é que eu sou muito apaixonado dela. Não sei como ela vê, mas o Leonardo é uma pessoa cheia de limitações, defeitos, qualidades, ou seja, tão pessoa quanto qualquer um no mundo, então porque sou tão castigado pelo que não consigo ser? Fico me perguntando se realmente ela acha que valho, porque quando a gente gosta de alguma coisa, a gente pesa as qualidades boas e ruins pra definir se a gente gosta tanto daquilo quanto a razão entre as qualidades e defeitos. Fico me perguntando até onde isso vai.
E esta pergunta é sadica porque eu sou o sujeito mais apaixonado por ela que há na face da terra, e sempre doi tudo que ela me diz, tudo que não posso dar pra ela, tudo que ela não vê, tudo que eu não sou. E dor nenhuma consegue me fazer deixar de ama-la. Se não beira ao masoquismo, não sei onde vai. Sei que não posso largar.
E vou correndo atras, tentando mudar, crescer, até mesmo o que ela quer que eu seja e que acho que posso ser, entretanto é bem complicado ninguém ver o que a gente faz.
P.s: Este texto é um mero desabafo. Hoje foi dia de crise, de manguaça, de estresse, de mudança, de depressão. Mas as coisas sempre podem mudar.

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