20 abr 2009 @ 0:39 

Oh hell, um blog publico e eu escrevendo bebado… :p

Este final de semana a mulher que mais amo na vida foi internada, e eu fiquei sabendo *primeiro* pela radio peao (Isso nao quer dizer nada depreciativo, pelo contrario). Mais que isso, fiquei preocupado porque ela não respondia minhas mensagens… Mas a radio peão me informava outra coisa, e veio a paranoia….

Indiferente do que houve, eu fiquei preocupado com ela. Mandei inúmeras mensagens mas não tinha respondido, e a paranoia tomando conta, e eu me sentindo mal… De novo, enchi a cara, mais que nos outros dias. Pra esquecer, pra não lembrar que não posso ajudar, não posso estar do lado, que amo demais, e que, denovo, as influencias tomam mais conta do que o que eu sou.

Este post parece desconexo, mas não é. Mesmo bebado, sei porque estou assim, e cheguei num ponto que meu corpo diz “Pare”, mas não esqueco a Ana, que ela está mal, que ela não quer me ver, que não posso estar do lado, que não posso ajudar, como fiz noutras vezes, e que é a unica coisa que tenho certeza que sei bem fazer.

Ceus, não sei mais o que fazer. Enquanto todos me mandam esquecer a Ana, eu não consigo faze-lo. Amo-a demais, fico mal *MESMO* quando tudo isso acontece, a ponto de me desvalorizar, de achar que nao valho nada. Espero estar errado, mas espero ama-la ainda mais, sempre, como amo hoje, e espero que possa ser algo que ela se orgulhe, algo que não fui, não estou sendo, mas quero ser….

Ps.: Post de bebado, se vc não entendeu, não sabe o que é.

Posted By: Leonardo Amaral
Last Edit: 20 abr 2009 @ 00:39

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A Cama

 
 13 abr 2009 @ 8:26 

Acordei hoje de manhã me lembrando de uma parte estranha do meu passado. Sai de casa com 17, num dia, de uma vez só, a pé, brigado, quase como nos filmes. Mais pra traz havia começado algo que não tinha volta: Ví o mundo. Comecei quando, por uma chance do colégio que estudei, fiz um estagio na CEMIG. Antes disso, eu praticamente não via o mundo. Ia da escola pra casa e de casa pra escola, me matava com o Mandrake e com o Slackware, não conversava com ninguém na escola, exceto as bibliotecárias (A qual uma cheguei a fazer boa amizade quando na 7ma série), não ia a festinhas (Me recordo que uma vez fui convidado, cheguei a ir) e enfim, meu contato com o mundo era esse, e quando tinha uns trocados que minha avó me dava, eu tomava café no meio do caminho (Sempre gostei de andar com café na mão) e sabotava minha dieta. A CEMIG foi caminho sem volta. Passei a ver as pessoas (Eu já sabia o quanto elas podiam ser ruins, só não sabia que podiam ser boas também), e eu me tornei parte de uma bela familia.

Me recordei esta manhã que quando saí de casa, fui morar na casa dos meus avós (Ainda era imaturo pra saber pra onde ir, mas sabia que tinha que ir). Tinha um quartinho improvisado, com uma cama de mola (Nheeec nheeec nheeeeeec) minhas coisas ficavam em cima do sofá e eu ficava no quarto do meu tio quando ele viajava (Me lembro que eu fazia uma força danada pra não mexer em nada. Costumava dar certo). Por vezes eu me sentia só, e imaginava uma jovem deitada do meu lado vendo TV (Sempre gostei de ficar deitado vendo TV, o que não me faz gostar mais de TV, mas só pra ver filmes e jornal). Que coisa…

Não tinha a minima idéia do que era um relacionamento, afinal nunca tinha tido um (E justo no primeiro, fui me apaixonar). Mas sabia que não dava pra ser sozinho no mundo, e tentar encher de porrada quem chegasse perto. Tenho um longo caminho pra trilhar pra me entender, dificil? Talvez. Mas eu já sabia porque é bom ter alguém do lado.

P.s: Tempos difíceis também onde fazia discadão com 33.600 e so conseguia entrar no IRC e ainda tinha q fugir do meu avô pra ele não desconfiar do telefone :]
P.s2: Como é engraçado, acordei com isso na cabeça hoje, escrevi de uma forma tão fluida que até estou assustando.. Como isso acontece sendo que na maior parte do tempo eu não escrevo 2 linhas sem mandar em algum ponto o contexto pra PQP porque perco o “fio da meada”?

Posted By: Leonardo Amaral
Last Edit: 13 abr 2009 @ 08:42

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 12 abr 2009 @ 11:01 
#!/usr/bin/env python

class Crash(Exception):
        def __init__(self, value):
                self.parameter = value
        def __str__(self):
                return repr(self.parameter)

class depression:
        def __init__(self):
                """Stupid things instanced in computer. Wellcome to \"ourself\" world..."""
                print "This is the end\tBeautifull friend\tThis is the end\tMy only friend, the end..."

                try:
                        raise Crash("leleobhz: Segmentation fault.")
                except Crash, (segf):
                        print segf.parameter

if __name__ == "__main__":
        depression()
Posted By: Leonardo Amaral
Last Edit: 12 abr 2009 @ 11:15

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 07 abr 2009 @ 17:30 

[07/04-17:24:22] -!- [celia] is now known as Ricardao
[07/04-17:24:48] < Ricardao> :)
[07/04-17:25:08] < Ricardao> leleobhz: brigada, viu

[07/04-17:25:13] < Ricardao> vou trabalhar
[07/04-17:25:23] < Ricardao> pega mal se eu te mandar um beijo, leleobhz?
[07/04-17:26:56] < leleobhz> Ricardao: pode mandar
[07/04-17:27:26] < Ricardao> leleobhz: :*
[07/04-17:27:43] < leleobhz> ahhhh delicia :p
[07/04-17:28:57] < Ricardao> auhauha
[07/04-17:29:14] -!- Ricardao [n=cb@189.70.42.195] has quit ["leleobhz tu eh fera"]

Posted By: Leonardo Amaral
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 07 abr 2009 @ 16:27 

Posted By: Leonardo Amaral
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 02 abr 2009 @ 11:26 

Gosto muito de ler o blog Ato Ou Efeito, e confesso – ainda mais depois do Protesto do Théo, e hoje resolví dar uma passeada pelos posts mais comentados. Achei esse aqui ó: http://atoouefeito.com.br/mulher-pra-comer-x-mulher-pra-namorar.html. O texto da Bel ficou muito bom (Apesar de ainda estar digerindo ele), mas pra mim hoje, achacapante foi este comentario:

Agora, independente de gostos, que cada um tem o seu, eu acho que a formula para uma relação dar certo e acabar em casamento, passa pelo que eu chamo dos 4´Cs do amor:
Confiança: Na minha opinião é a base para dar certo! Tem que existir uma confiança mútua!
Carinho: Aqui entra a química e a paixão! O casal gostar de trocar carinhos e ficar juntos!
Companheirismo/Cumplicidade: Aqui entra aquela questão do estar junto para o que der e vier! Nas horas boas e nas horas ruins!
Comunicação: É essencial também! É preciso que o casal se comunique! Fale o que não está gostando para que o outro possa melhorar! Aqui também entra a questão do sexo! É preciso que um fale para o outro do que gosta! Outro detalhe importante aqui é com relação as discussões! É importante que ambos saibam ceder! Nem sempre o casal vai entrar em um consenso, ai então é preciso que uma hora um ceda um pouquinho, outra hora o outro ceda!

Arrebentou a boca do balão! Eu achei que era maluco ou conservador demais, mas não! Tem outros malucos (ou não :p) que pensam como eu! Isso serve de complemento a minha idéia de que não existe distinção social entre homens e mulheres, no que tange as responsabilidades e capacidades de cada um, e por sequencia, a não obrigatoriedade de virar outra pessoa por causa dos outros. Acho que vivo bem sozinho, consigo me virar mesmo com essa tonelada de problemas que tenho (Inclusive essa maldita instabilidade psicológica). A partir do momento que me proponho a viver com alguém, passa-se a ter uma relação de compartilhamento de algumas coisas. NUNCA significará alguém deixar de ser quem é, mas sim que há algumas coisas em comum.

Chamo a atenção também para o terceiro “C” e tenho dito.

P.s: Algumas pessoas sabem que estou disposto a mudar muito da minha vida por causa da Ana. Por favor, não confundam isso com o que disse lá em cima. Não partiu de uma ordem dela, mas sim minha, e os motivos disso são outro problema.

Posted By: Leonardo Amaral
Last Edit: 02 abr 2009 @ 11:38

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 01 abr 2009 @ 14:19 

Já fazem 5 meses e 13 dias que fui embora de casa. Casa? Sim! Aquilo que eu tenho como plano de vida, que inclui as pessoas que mais amo nesse mundo (E que até hoje sinto muito o que aconteceu – e que não acontecerá), que inclui uma vida razoavelmente decente, menino quebrando copo, uma briga, um sorriso, pratos na mesa, beijos de despedida. Passo o dia todo ouvindo as ventoinhas e o barulho do teclado, quando meu som não funciona. Apesar de ter vivido o tempo todo até hoje sem precisar de ninguém – falando em afeto, hoje sei que não nasci pra isso.

É engraçado as pessoas me falarem para desistir, porque se já acabou, acabou, porque quando um não quer, dois não brigam. Errado; simplesmente porque pra mim não acabou. Porque quando um quer, o outro leva porrada até não aguentar ou até o outro parar. Porque nesse caso, querer significa o maior desafio do mundo pra fazer o outro querer também. E isso não é facil.

Infelizmente também sei que corro o risco de nunca mais conseguir voltar ao começo da minha vida, onde descobri que não sou tão alérgico a pessoas quanto eu pensava que fosse, mas estou disposto a pagar esse preço, por mais que eu saiba que talvez não faça mais tanta parte quanto fazem parte de mim.

Posted By: Leonardo Amaral
Last Edit: 01 abr 2009 @ 14:19

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